O Amarathi é um hub cultural no Rio que opera várias frentes ao mesmo tempo: aulas recorrentes por crédito, locação de espaços, café e eventos. Cada frente vivia num canal diferente — a chamada no papel, a cobrança no WhatsApp, a locação no boca a boca, a divulgação no Instagram.
O estúdio entregou as duas pontas do mesmo produto: o app multi-perfil que opera a escola por dentro e o site institucional que é a vitrine pública do hub. Mesma marca, mesma linguagem, papéis distintos — o site converte, o app opera.
O que doía
- Chamada em papel; admin sem visibilidade de frequência.
- Cobrança manual: PIX avulso no WhatsApp, sem régua, sem alerta de vencimento.
- Convênio (Wellhub/TotalPass) opaco: recebe X no mês sem saber de quais aulas e alunos — reconciliação em Excel.
- Lista de espera no WhatsApp: a vaga abre, o aviso chega tarde, a turma fica vazia.
- Evasão invisível: o dono percebe que o aluno sumiu quando já foi.
- Sem endereço único: quem queria alugar o espaço ou ver a agenda perguntava no direct.